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22 de July de 2024

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Mulher liga para PM pedindo pizza e atendente entende código de socorro

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Uma moradora de Andradina (SP), de 54 anos, ligou para a Polícia Militar na noite desta quarta-feira (26) pedindo uma pizza. A corporação não faz delivery de alimentícios, mas o atendente entendeu o código da mulher e mandou uma viatura até a casa dela em busca do marido.

De acordo com o Boletim de Ocorrência divulgado pelo Uol, o suspeito, um homem de 57 anos, fugiu assim que viu a viatura se aproximando. A mulher que solicitou a suposta pizza denunciou aos policiais que estaria sofrendo agressões físicas e psicológicas nas mãos do marido.

A mulher foi levada até a delegacia, onde prestou depoimento. Ela informou que o companheiro passou mais de 20 anos preso e, desde que está em liberdade, vinha a agredindo verbalmente, com xingamentos e ofensas.

Já a ligação aconteceu pois a mulher teria recebido ameaças de morte mais cedo naquele dia e que o marido teria dito que se não conseguisse matá-la, mataria os filhos dela.

A ameaça ocorreu, segundo a vítima, porque o suspeito chegou em casa com uma motocicleta. Como ele não tem emprego, ela suspeitou da presença do veículo e o questionou sobre o assunto. Foi neste momento que o marido passou a ameaçá-la.

A PM confirmou que se tratava de uma motocicleta com registro de furto e, por isso, o bem foi recolhido para perícia e depois ser devolvida ao proprietário.

O suspeito segue desaparecido e foi declarado como foragido, já que a Polícia Civil decretou o flagrante após confirmar as agressões contra a esposa e o furto.

A vítima já entrou com pedido de medida protetiva para impedir que o marido volte à residência ou se aproxime dela e dos filhos.

Pedido de ‘pizza’
Ao comentar a ligação inusitada para a polícia, a vítima informou que, como não poderia telefonar pedindo socorro, já que o marido poderia ouvir, teve a ideia de sugerir que os dois pedissem uma pizza, com o “truque” de discar o telefone de urgência.

Ao Uol, o Copom explicou que somente foi possível entender o pedido de socorro da mulher porque o atendente estava treinado para casos assim.

“O Copom faz treinamentos periódicos, no mínimo semestrais, e utiliza exemplos do que ocorre em outros locais para orientação do efetivo”, explicou o Comando em nota. “Houve uma ocorrência em 2019 que aconteceu idêntico nos EUA e serviu de base para o treinamento”, encerrou o comunicado.

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